“A literatura irlandesa é extraordináriamente forte e curiosamente é-o em todos os géneros literários: poesia (Yeats, Heamus, Kinsella, Montague, Mahon…), teatro (Becket, Brendan, Murphy…) e ficção (Swift, Shelley, Shaw, Joyce…). As minhas escolhas de leitura estão muitas vezes ligadas ao momento da vida por que passo e uma vez que acabo de fazer uma viagem a Dublin, os livros que espero ler durante as próximas semanas de Julho são:
de JOHN MONTAGUE, “Uma Luz Diferente”, Quetzal, 1993 (poesia)
de THOMAS McCARTHY, “O Jardim da Dor e Outros Poemas”, Quetzal, 1993 (poesia)
de W. B. TEATS, “Antologia Poética”, Assírio & Alvim, (poesia)
de SEAMUS HEANEY, “Luz Eléctrica”, Quasi, 2003 (poesia)
de SEAMUS HEANEY, “Da Terra à Luz”, Relógio d’Água, 1997 (poesia)
de BERNARD O’DONOGHEUE, “Selected Poems”, Faber & Faber, 2008 (poesia)
de JAMES JOYCE, “Gente de Dublin”, Livros do Brasil, 2001 (ficção)
e de SAMUEL BECKET, “Primeiro Amor” e “Companhia”, Ambar, 2005 (ficção) “

João Luís Barreto Guimarães é medico e poeta. É autor de 2006-Luz Última, 2003-Rés-do-Chão, 2001-3 (Poesia 1987-1994), 2000-Lugares Comuns, 1994-Este Lado para Cima, 1991-Rua Trinta e Um de Fevereiro e 1989-Há Violinos na Tribo. O seu último livro é A Parte pelo Todo. Escreve no blogue Poesia & Lda.
Comecei ontem a ler o Gente de Dublim(n)… tinham-me oferecido O Manuscrito de James Joyce, um policial de Amanda Cross (já lido) pelo que resolvi conhecer este escritor irlandês… depois, terei de ler o Ulisses…
Amplexos e ósculos,
PF