pode ser um hábito duplamente atractivo, como mostra o slide slow para o qual o nos chamam a atenção no blogue Nosololibros. As imagens são de bibliotecas vanguardistas na sua arquitectura em todo o mundo e devem ser vistas aqui.
No Porto, vale sempre a pena passar pela Biblioteca Almeida Garrett. Nem que seja pelo pavão (não sei quantos anos vive um pavão, mas aquele parece ser o mesmo, geração após geração de visitantes…) ou só pela luz nos jardins do Palácio.


fotografias de 2005 roubadas ao Carlos Romão no Cidade Supreendente.


