Arquivo mensal: Abril 2010

Para os amantes da arte

70 Million by Hold Your Horses Ideia espectacular para um vídeo, que, além do mais, deve ter sido mesmo divertido de fazer. Uma dica do Tio Vânia.

Para os amantes da arte

70 Million by Hold Your Horses Ideia espectacular para um vídeo, que, além do mais, deve ter sido mesmo divertido de fazer. Uma dica do Tio Vânia.

This machine kills fascists

Com Abril ainda na ideia, cabem aqui estas imagens de objectos criativos pensados pelos rapazes do You and me the royal we. Uma dica da Frankie Magazine.

This machine kills fascists

Com Abril ainda na ideia, cabem aqui estas imagens de objectos criativos pensados pelos rapazes do You and me the royal we. Uma dica da Frankie Magazine.

“O sítio em vista”, Luiza Neto Jorge

“Trazem as árvores insignificantes / o maior distúrbio aos ventos; arredam-nos,/ alçam outros armazéns sonoros/ casas de relâmpagos e de cataclismos./ Chega-se. Parte-se. Segreda-se/ de seres indeterminados que movem / resistência. Pelejam mais./ E quando a sua pele se usa

“O sítio em vista”, Luiza Neto Jorge

“Trazem as árvores insignificantes / o maior distúrbio aos ventos; arredam-nos,/ alçam outros armazéns sonoros/ casas de relâmpagos e de cataclismos./ Chega-se. Parte-se. Segreda-se/ de seres indeterminados que movem / resistência. Pelejam mais./ E quando a sua pele se usa

Qual é a coisa, qual é ela

que é amarela e preta por fora,  tem um cestinho na frente, uma campainha a sério, que voa sobre duas rodas quando em andamento e dá pinta até ao cão quando está parada…. Hum?

Qual é a coisa, qual é ela

que é amarela e preta por fora,  tem um cestinho na frente, uma campainha a sério, que voa sobre duas rodas quando em andamento e dá pinta até ao cão quando está parada…. Hum?

Quando aqui não estás, Al Berto

“Quando aqui não estás / o que nos rodeou põe-se a morrer/ a janela que abre para o mar/ continua fechada só nos sonhos/ me ergo/ abro-a/ deixo a frescura e a força da manhã/ escorrerem pelos dedos prisioneiros/ da

Quando aqui não estás, Al Berto

“Quando aqui não estás / o que nos rodeou põe-se a morrer/ a janela que abre para o mar/ continua fechada só nos sonhos/ me ergo/ abro-a/ deixo a frescura e a força da manhã/ escorrerem pelos dedos prisioneiros/ da

“habito neste país de água por engano”, Al Berto

“(…) habito neste país de água por engano/ são-me necessárias imagens radiografias de ossos/ rostos desfocados/ mãos sobre corpos impressos no papel e nos espelhos/ repara/ nada mais possuo/ a não ser este recado que hoje segue manchado de finos

“habito neste país de água por engano”, Al Berto

“(…) habito neste país de água por engano/ são-me necessárias imagens radiografias de ossos/ rostos desfocados/ mãos sobre corpos impressos no papel e nos espelhos/ repara/ nada mais possuo/ a não ser este recado que hoje segue manchado de finos

Ainda a propósito da última sessão das Quintas de Leitura

este excerto de um poema de Luiza Neto Jorge: “Pouco tempo um objecto pertence à sua matéria se bem que cada vez menos o tempo me preocupe e a matéria seja uma hora de os objectos estarem.” – Luiza Neto

Ainda a propósito da última sessão das Quintas de Leitura

este excerto de um poema de Luiza Neto Jorge: “Pouco tempo um objecto pertence à sua matéria se bem que cada vez menos o tempo me preocupe e a matéria seja uma hora de os objectos estarem.” – Luiza Neto

Ontem à noite, no bairro das Quintas

Um poema que tem dois momentos, o primeiro em que o poema começa e o segundo da surpresa, em que o verso evita a sua degradação, como uma casa a que se substituem as telhas ou onde se fazem obras

Ontem à noite, no bairro das Quintas

Um poema que tem dois momentos, o primeiro em que o poema começa e o segundo da surpresa, em que o verso evita a sua degradação, como uma casa a que se substituem as telhas ou onde se fazem obras

CLAP, CLAP, CLAP!

“Em breve a revista cráse número 1 estará disponível em mais locais, que oportunamente serão divulgados. Os editores” – do blogue da Cràse.

CLAP, CLAP, CLAP!

“Em breve a revista cráse número 1 estará disponível em mais locais, que oportunamente serão divulgados. Os editores” – do blogue da Cràse.

“o perto, o longe”

o perto, o longe Não há definições minuciosas, quando aproximamos O olhar daquilo que conhecemos surge o espanto, Por vezes assustamo-nos; é no pormenor Daquilo que é familiar que surge o perigo, e um certo Desencanto. Por vezes é Melhor

“o perto, o longe”

o perto, o longe Não há definições minuciosas, quando aproximamos O olhar daquilo que conhecemos surge o espanto, Por vezes assustamo-nos; é no pormenor Daquilo que é familiar que surge o perigo, e um certo Desencanto. Por vezes é Melhor

Sábado passado, em Bombarda

Choveu e choveu, mas não o suficiente para demover o pessoal das inaugurações em Miguel Bombarda. As fotografias acima são tiradas na Galeria Jup, onde está exposta a Face Brasilis até ao dia 10 de Maio. Recomenda-se ainda uma passagem

Sábado passado, em Bombarda

Choveu e choveu, mas não o suficiente para demover o pessoal das inaugurações em Miguel Bombarda. As fotografias acima são tiradas na Galeria Jup, onde está exposta a Face Brasilis até ao dia 10 de Maio. Recomenda-se ainda uma passagem

The book wagon

Atrasada nas leituras… – retirado daqui.

The book wagon

Atrasada nas leituras… – retirado daqui.

Coisas boas em Madrid (4)

Mercado de San Miguel – comida boa, bebida boa, ambiente porreiro e com pinta. O tipo de solução que o Bolhão já merecia. As fotografias acima são tiradas daqui.

Coisas boas em Madrid (4)

Mercado de San Miguel – comida boa, bebida boa, ambiente porreiro e com pinta. O tipo de solução que o Bolhão já merecia. As fotografias acima são tiradas daqui.

Coisas boas em Madrid (3)

Não entrei neste mas, verdade seja dita, há muito por onde escolher na Chueca. Ficou o cartão que é muito giro e a gargalhada que acontece sempre que se olha para ele.

Coisas boas em Madrid (3)

Não entrei neste mas, verdade seja dita, há muito por onde escolher na Chueca. Ficou o cartão que é muito giro e a gargalhada que acontece sempre que se olha para ele.

De caminhantes e caminhos…

“Pode demorar-se ou mesmo dissuadir o caminhante, mas como deter o caminho?, interroga-se o observador, observado.” – no A Retentiva.

De caminhantes e caminhos…

“Pode demorar-se ou mesmo dissuadir o caminhante, mas como deter o caminho?, interroga-se o observador, observado.” – no A Retentiva.