Arquivo mensal: Agosto 2010
Barcos, poemas e lamparinas
Uma dica do Books, paper, scissors. Ilustração de Dan-ah Kim.
Barcos, poemas e lamparinas
Uma dica do Books, paper, scissors. Ilustração de Dan-ah Kim.
O olhar destemido
dos “Heróis da Ribeira” pela lente do Carlos Romão no Cidade Surpreendente. É vê-los largar o ferro, rasgar o ar e abraçar o rio.
O olhar destemido
dos “Heróis da Ribeira” pela lente do Carlos Romão no Cidade Surpreendente. É vê-los largar o ferro, rasgar o ar e abraçar o rio.
Nunca o mar, Fiama.
“Nunca o mar foi tão ávido quanto a minha boca. Era eu quem o bebia. Quando o mar no horizonte desaparecia e a areia férvida não tinha fim sob as passadas, e o caos se harmonizava enfim com a ordem,
Nunca o mar, Fiama.
“Nunca o mar foi tão ávido quanto a minha boca. Era eu quem o bebia. Quando o mar no horizonte desaparecia e a areia férvida não tinha fim sob as passadas, e o caos se harmonizava enfim com a ordem,
Cabuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuum!
Guerra De La Paz, um projecto que junta Alain Guerra e Neraldo de la Paz para questionar o descartável, neste caso uma grande pilha de roupas usadas, como oportunidade de expressão artística. – uma dica do Atelier 29.
Cabuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuum!
Guerra De La Paz, um projecto que junta Alain Guerra e Neraldo de la Paz para questionar o descartável, neste caso uma grande pilha de roupas usadas, como oportunidade de expressão artística. – uma dica do Atelier 29.
Às vezes as coisas dentro de nós, Fiama
“O que nos chama para dentro de nós mesmos é uma vaga de luz, um pavio, uma sombra incerta. Qualquer coisa que nos muda a escala do olhar e nos torna piedosos, como quem já tem fé. Nós que tivemos
Às vezes as coisas dentro de nós, Fiama
“O que nos chama para dentro de nós mesmos é uma vaga de luz, um pavio, uma sombra incerta. Qualquer coisa que nos muda a escala do olhar e nos torna piedosos, como quem já tem fé. Nós que tivemos
Pé na terra, terra no pé, pé sem meia, meio pé de meia
E tanta conversa de meia sem pé. Imagem retirada daqui.
Pé na terra, terra no pé, pé sem meia, meio pé de meia
E tanta conversa de meia sem pé. Imagem retirada daqui.
Vamos por partes
“Separations” é um projecto do artista norte-americano Ben Innes, que parte da desconstrução de objectos comuns, objectos que sabemos serem complexos mas que usamos no dia-a-dia com muita facilidade e objectos criados pela própria natureza, para os fotografar na sua
Vamos por partes
“Separations” é um projecto do artista norte-americano Ben Innes, que parte da desconstrução de objectos comuns, objectos que sabemos serem complexos mas que usamos no dia-a-dia com muita facilidade e objectos criados pela própria natureza, para os fotografar na sua
Mulheres da raia
Primeiro filme de Diana Gonçalves, um documentário premiado que conta a(s) história(s) da fronteira entre Portugal e a Galiza, a partir das memórias de um conjunto de mulheres chamadas, na época, de “trapicheiras“, por atravessarem clandestinamente com as suas “mandranas”
Mulheres da raia
Primeiro filme de Diana Gonçalves, um documentário premiado que conta a(s) história(s) da fronteira entre Portugal e a Galiza, a partir das memórias de um conjunto de mulheres chamadas, na época, de “trapicheiras“, por atravessarem clandestinamente com as suas “mandranas”
The Wave Pictures na Casa da Música em Setembro!
“If I made it through Christmas without smoking / ‘Til your parents went to bed / If you made it through too / Without sticking your nail scissors in my neck.” Dos melhores começos de música que existem. Tocam em
The Wave Pictures na Casa da Música em Setembro!
“If I made it through Christmas without smoking / ‘Til your parents went to bed / If you made it through too / Without sticking your nail scissors in my neck.” Dos melhores começos de música que existem. Tocam em
O disparo que já faltava
para a fotografia do mergulho perfeito. Sylvia Plachy, Self Portrait With Cows Going Home, Aperture Monograph
O disparo que já faltava
para a fotografia do mergulho perfeito. Sylvia Plachy, Self Portrait With Cows Going Home, Aperture Monograph
Feiticismo, Margarida Vale de Gato
“É verdade que quando eu contigo/ me inclinava o mundo por instantes/ recuava. Entreguei-me a ti aberta/ como nunca porque querias ver-me, / e já então pelos teus olhos eu/ gozava. Quando, pois, te evaporaste/ com uma espantosa fixidez/ mandei
Feiticismo, Margarida Vale de Gato
“É verdade que quando eu contigo/ me inclinava o mundo por instantes/ recuava. Entreguei-me a ti aberta/ como nunca porque querias ver-me, / e já então pelos teus olhos eu/ gozava. Quando, pois, te evaporaste/ com uma espantosa fixidez/ mandei


