Arquivo mensal: Novembro 2010
as já verdadeiramente clássicas
Terças-Feiras são mesmo no Campo Alegre. Hoje há “Some came running”, Vincent Minelli, para a sobremesa do jantar. Sweet…
as já verdadeiramente clássicas
Terças-Feiras são mesmo no Campo Alegre. Hoje há “Some came running”, Vincent Minelli, para a sobremesa do jantar. Sweet…
Cosie cherie
Ouçam aqui. O álbum é mesmo bom e a banda disponibiliza-o para download gratuitamente. Vale a pena!
Cosie cherie
Ouçam aqui. O álbum é mesmo bom e a banda disponibiliza-o para download gratuitamente. Vale a pena!
De projectores e voyants
(…) e mergulhas na água suave, e sais molhado nos dedos e nas pálpebras, e esgotas o mundo, tu, o confuso, o queimado, o luminoso: (…)” – Herberto Helder “Je veux être poète, et je travaille à me rendre voyant
De projectores e voyants
(…) e mergulhas na água suave, e sais molhado nos dedos e nas pálpebras, e esgotas o mundo, tu, o confuso, o queimado, o luminoso: (…)” – Herberto Helder “Je veux être poète, et je travaille à me rendre voyant
Revelações no Museu da Imagem
Inaugurou ontem mas, até ao final do ano, ainda vamos todos a tempo de conhecer as “revelações” do Museu da Imagem em Braga. Vão ver a Fada Oriana da Rita Pinheiro Braga aqui.
Revelações no Museu da Imagem
Inaugurou ontem mas, até ao final do ano, ainda vamos todos a tempo de conhecer as “revelações” do Museu da Imagem em Braga. Vão ver a Fada Oriana da Rita Pinheiro Braga aqui.
O teatro vai nu
Se puderem e ainda forem a tempo, vão ver. Vale mesmo a pena. É daqueles momentos em cena que não acontecem muitas vezes. Não sabemos se estamos fora ou dentro, se a assistir se em palco, se somos nós ou
O teatro vai nu
Se puderem e ainda forem a tempo, vão ver. Vale mesmo a pena. É daqueles momentos em cena que não acontecem muitas vezes. Não sabemos se estamos fora ou dentro, se a assistir se em palco, se somos nós ou
Os poetas das vidraças das janelas dos livros
Nesta janela de ver passar os barcos em vidraças, começo devagar a reescrever o mundo quedo que é o único que conheço e vivo, sei e de cor vejo. Ninguém me deu outras formas que não minhas mas deram-me todos
Os poetas das vidraças das janelas dos livros
Nesta janela de ver passar os barcos em vidraças, começo devagar a reescrever o mundo quedo que é o único que conheço e vivo, sei e de cor vejo. Ninguém me deu outras formas que não minhas mas deram-me todos


