“Desertei das falanges do ouro”

SUGESTÕES DE LEITURA

Desertei das falanges do ouro

para vir sitiar a tua sombra.

Movias-te como se jamais te prendesse

outra lealdade

que não a interrogação

de um cais. E, porém,

os teus olhos silenciosos,

somando as imagens.

Qual pano,

desce sobre a cidade o músculo

das coisas prementes.

Das safras de pólvora colhi a tua incerteza

de rapariga. Depois, perdi-te

entre os prodígios.

Vasco Gato

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