“Tradição”, nas palavras de Luís Filipe Cristóvão

SEDIMENTO DE PALAVRAS

“não precisas de segurar nenhum papel para veres recriada a tradição – já está dentro da tua cabeça, mal misturada entre todas as tuas leituras. dos tantos poetas que leste, alguns nomes vão ficando a boiar no cimo do caldo, mas para escrever um poema deitas a concha da sopa ao fundo e tentas apanhar até o que ficou lá em baixo. não precisas de segurar nenhum papel, nenhuma caneta, para veres recriada a tradição – basta que abras a boca e deixes que todas as palavras já utilizadas possam encontrar, nos teus lábios, uma nova forma de serem ditas. e já está.”

Já na mesma hora, eu achei que ele tinha razão. Agora volto a concordar.

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