Ontem à noite, no bairro das Quintas

TEATRO/ PERFORMANCE, TERTÚLIAS

Um poema que tem dois momentos, o primeiro em que o poema começa e o segundo da surpresa, em que o verso evita a sua degradação, como uma casa a que se substituem as telhas ou onde se fazem obras de reconstrução – os versos de Gonçalo M. Tavares.

As maçãs dos ciganos em movimento a marcar as direcções e os dias. O tempo e o espaço dos livros. A vassoura dos ovos de ouro do Sr. Duchamp. O fecho-ecler dos Espacialistas a abrir as águas na banheira, a instalar um ralo no fundo do pé.

A medida dessa distância. O tempo desse espaço. Tudo isto trouxe eu , ainda ontem, para os metros quadrados da minha propriedade.

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