Para ler e engolir em seco

SEDIMENTO DE PALAVRAS

sou daqueles que consideram que um poeta é responsável pelos seus actos. todos os seus poemas têm um significado e uma intenção. (…)  o poeta que escreve e cala, afastando-se da luz da ribalta (mesmo que marque presença no limiar do palco), é um poeta que escusa a comprometer-se com aquilo que faz. aparece, distribui sorrisos, recebe medalhas por interpostas pessoas, fica calado. o não comprometimento com a sua arte pode ser uma ajuda no difícil caminho da procura de reconhecimento dos críticos, mas é uma falha no reconhecimento dos pares.

– que isto é coisa de meter uma pessoa no chinelo, do Luís Filipe Cristóvão aqui.

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