“este cais sem oceano”

SUGESTÕES DE LEITURA

Todos os dias

partes um pouco.

(sempre em teus olhos sopra

o vento largo)

sem te voltares

para estas margens

de pedra e alcatrão,

este cais sem oceano

onde te peço:

volta depressa marinheiro.

Isabel Meyrelles, “O marinheiro não sabe” in Poesia. Quasi Edições, 2004

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