De projectores e voyants

SEDIMENTO DE PALAVRAS

(…)

e mergulhas na água suave, e sais molhado nos dedos e nas pálpebras,

e esgotas o mundo,

tu, o confuso, o queimado,

o luminoso: (…)”

Herberto Helder

“Je veux être poète, et je travaille à me rendre voyant : vous ne comprendrez pas du tout, et je ne saurais presque vous expliquer. Il s’agit d’arriver à l’inconnu par le dérèglement de tous les sens. (…)C ‘est faux de dire : Je pense : on devrait dire : On me pense.”

– “Les letres du Voyant”, Rimbaud, 1871

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