este espectáculo traz árvore pelo bico

TEATRO/ PERFORMANCE

As personagens emparelhadas como as rimas escondidas de um poema.

Um sentido de humor que se despe camada a camada, como faríamos ao pop rock de um top revelador.

Um strip longo do que há em nós de adamastores, domadores e descobridores de tempestades  (e também um certo cinema em pano de fundo, que é o que nos permite ver os mares em gestos nunca dantes navegados).

Em quantas línguas se dançam as cidades portuguesas? “Paisagens… onde o negro é a cor“, com coreografia de Paulo Ribeiro, conta. Leonor Keil é tudo o que se diz. Portanto, fica a sugestão.

 

Além do que, nunca se viu ninguém ser atingido em palco por carrinhos em miniatura e aviõezinhos de papel. Mas já apeteceu…

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