Blogue Literário do Porto
o lugar onde se cruzam músicos e artistas, escritores e leitores, telas e livros.cràse nº0
O nº0 traz trabalhos de: GONÇALO CASTELO BRANCO, MARIA KÉPHRI, ROBER DIAZ, LUÍS FELÍCIO, NUNO BRITO, SUZANA GUIMARÃES, JOÃO BORGES, INÊS FÉLIX e ANTÓNIO PEDRO RIBEIRO. Já à venda na Poetria.
Boas novas: «Comboio da Literatura» será prolongado devido ao êxito
A iniciativa «Comboio da Literatura», que desde 21 de Setembro vem distribuindo pelos clientes de oito padarias de Espinho 150 mil sacos de pão com impressões de prosa e poesia, vai prolongar-se para além do previsto devido ao êxito que está a registar.
«Já encomendámos mais 30 mil sacos de pão para distribuir», informou hoje Nunes da Silva, gerente do Agrupamento Industrial de Panificação de Espinho (AIPAL), que, juntamente com a autarquia, dinamiza o projecto que associa a promoção da leitura ao centenário da Linha Férrea do Vouga.
O empresário reconhece que os sacos de pão com textos de Fernando Pessoa, Francisco José Viegas, José Jorge Letria e Minês Castanheira «ficam mais caros do que os normais, sobretudo porque a impressão implica um papel diferente», mas defende que «o investimento compensa largamente».
Saber mais sobre o Comboio da Literatura
Colecção Planeta Darwin
150 anos depois da primeira edição de “A Origem das Espécies” a 24 de Novembro de 1859, a Editora Planeta Vivo apresenta a Colecção Planeta Darwin, que abrange todas as vinte obras de Charles Darwin publicadas, pela primeira vez, em língua portuguesa.
Na apresentação da colecção, que se integra nas comemorações “Darwin, 150 anos depois” e decorre no Museu Nacional Soares dos Reis, estarão presentes Alexandre Quintanilha (IBMC-INEB), Jorge Vieira (IBMC-INEB), Nuno Gomes (Planeta Vivo) e Ana Afonso (tradução).
A primeira obra a ser disponibilizada ao público é A Origem das Espécies, a “de Darwin que mais impacto teve, por colocar em questão a ideia assente da criação divina das espécies e admitir que elas evoluem e se podem transformar noutras, o que implicitamente incluiria o homem” e será apresentada na próxima Quarta-Feira, dia exacto em que se assinalam os 150 anos sobre a sua primeira edição.
As obras vão ser disponibilizadas também na totalidade e gratuitamente em formato de e-book no Website da Planeta Vivo e no Website The Complete Work of Charles Darwin Online da Universidade de Cambridge.
“Darwin, 150 anos depois” comemora a edição de um dos livros mais polémicos e importantes de sempre com um conjunto de actividades da iniciativa da Planeta Vivo e do IBMC-INEB (Instituto de Biologia Molecular e Celular- Instituto Nacional de Engenharia Biomédica). Do programa fazem ainda parte um espectáculo produzido pelo grupo Marionetas Mandrágora e um Ciclo de conferências subordinado ao tema “A expressão das emoções”.
Pela primeira vez em língua portuguesa, estarão disponíveis todas as vinte obras escritas por Charles Darwin e editadas agora pela Planeta Vivo, a única editora especializada em divulgação científica, começando simbolicamente por “A Origem das Espécies”, apresentada já no dia 24 de Novembro, Terça-Feira, pelas 18h00.
“Darwin, 150 anos depois”
24 de Novembro
Das 16h00 às 20h30
Museu Nacional de Soares dos Reis
Para assinalar os 75 anos da publicação de “Mensagem”
“A Câmara Municipal de Lisboa, a Biblioteca Nacional e a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, promovem uma sessão comemorativa no anfiteatro da BNP, às 17h30m, com a presença de Eduardo Lourenço, Manuel Alegre, Vasco Graça Moura e do actor Luís Lucas. Nessa sessão, a Guimarães Editores, em parceria exclusiva com a FNAC, vai lançar uma edição de Mensagem clonada do dactiloescrito original, que faz hoje parte do espólio da BNP. Essa edição terá venda exclusiva nas lojas Fnac e na Livraria de Arte. Ainda no âmbito do programa da comemoração dos 75 anos de Mensagem vão realizar-se na FNAC do Chiado e na Casa Fernando Pessoa debates moderados por Carlos Vaz Marques, dias 2 e 9 de Dezembro“
Saber mais no blogue Mundo Pessoa.
Bookchase

Um jogo de tabuleiro sobre livros e escritores, perfeito para os dias frios que começam a chegar. Uma dica retirada do blogue Livros e Afins.
Dizem que “esta não é uma Cinderela tradicional” e é verdade!

“Esta não é uma Cinderela tradicional. Há uma reescrita, um tanto ou quanto anacrónica, da história tradicional, a partir das versões de Perrault e Grimm. Personagens saídos de outros contos de fadas caem do céu para dificultar a vida a Cinderela.”
Este é dos melhores espectáculos de marionetas a que já tive a oportunidade de assistir. O texto e interpretação surpreendem pela positiva e a história encanta, porque não é só uma – são muitas e bem contadas.
A Cinderela vai ao baile num bólide todo “quitado”, as irmãs malvadas são “peneirentas”, os passarinhos falam com sotaque do Brasil, o Lobo Mau aparece disfarçado de GNR na estrada da floresta e a Fada Madrinha acaba numa luta de wrestling com a Bruxa Má. E também por lá passam os Sete Anões para uma famosa técnica de salvamento de meninas envenenadas.
Cinderela, do Teatro de Marionetas do Porto, tem encenação de João Paulo Seara Cardoso e está em cena para maiores de 4 anos no Balleteatro. Os pequenotes não devem perder, mas os adultos também não!
Mais pormenores do website do Balleteatro.
Inauguração da exposição “Comboio da Literatura” em Espinho
Ontem inaugurou em Espinho, mais precisamente na Biblioteca Municipal, a exposição O Comboio da Literatura, com fotografias de Jorge Sousa e textos de Francisco José Viegas, Fernando Pessoa e meus.
A exposição vai estar patente até ao final do mês e obriga a uma visita!
Abaixo ficam algumas fotografias da inauguração.
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The story of my life
Assisti à fantástica performance de Mônica Coteriano e Pedro Gonçalves durante a sessão das Quintas de Leitura “Um poeta no sapato”, no mês passado.

Deixo-lhes aqui o link para “The story of my life” para quem não teve a oportunidade de ver e ouvir ao vivo. A fotografia acima é retirada do blogue das Quintas de Leitura.
Publicidade gratuita
ou uma desculpa esfarrapada para estar com os amigos e ver quem já não se vê há muito: mais logo, pelas 22h00, vou estar no Labirintho, esse espaço fantástico de que tantas vezes já se falou aqui, à conversa com o José Carlos Tinoco sobre viagens num “Inter-cidades” e outros versos. E se vos parecer pouco, ficam já outros nomes na calha de quem se promete também ler e ouvir:
“Minês Castanheira à conversa com José Carlos Tinoco – Breves incursões na poesia de Manuel António Pina, Nuno Higino, António Gancho, Harold Pinter, Ana Maria Rodas e Paul Éluard
Acompanhamento ao piano por Rosgard Lingardsson
Apresentação de Danyel Guerra”
Juntem-lhe poesia e boémia. Ficam com Poemia. Apareçam!
Até já!
Nuno Ramos recebe Prémio PT de Literatura
“O livro de contos Ó, de Nuno Ramos (Iluminuras), acaba de ser distinguido com o Prémio PT de Literatura em Língua Portuguesa 2009, no valor de cem mil reais (cerca de 39 mil euros).”
no blogue Bibliotecário de Babel
Poesia feminina?
Há coisa de um ano, a Alexandra Malheiro arranjou maneira de juntar algumas dezenas de pessoas em torno do mesmo tema. À mesa estavam na altura a Alexandra, Ana Luísa Amaral, César Príncipe e esta vossa amiga. Não se chegou a conclusão nenhuma, mas foi um final de tarde bem divertido e houve tempo para poemas de mulheres (e não só).
Este artigo no blogue do The Guardian, sobre um debate durante o Aldeburgh Poetry Festival recupera o assunto e pergunta “Do women write ‘female’ poetry?”
Pão com poema
O Hugo Faustino chamou-lhe “lanches compostos”.
A mim ficou-me a pena de não ter provado ainda um pãozinho vindo num saco daqueles. De qualquer forma, foi giro encontrar a fotografia n’ O espírito da escada.
Fotografias do retorno da exposição de José Rodrigues “Tocar as coisas da memória” em Cerveira






Foi o retorno a “casa” de uma exposição que passou por todo o país e que foi, este sábado, recebida no Convento de San Payo, em Vila Nova de Cerveira, numa conversa com o escultor em que participaram Nuno Higino, Luandino Vieira, Carlos Magno e José Alberto Oliveira.
Have you got the goods?
E como, tão de repente, se recebe um e-mail que reza assim:
” Tenho material giro para tu escreveres uma short story!
“
Que pode alguém como eu querer mais?
Poemas, casas
“Era uma vez um poeta que escrevia os poemas de cima para baixo, como se estivesse a construir uma casa. Depois sentava-se no título dos poemas, a olhar a paisagem e a beber uma cervejinha, com a sensação do dever cumprido.”
Ontem, no Labirintho
A Poesia e a Boémia encheram ontem o Labirintho e quem lá esteve teve a oportunidade de ficar a conhecer melhor o trabalho de Daniel Maia-Pinto Rodrigues e de ouvir poemas pela voz do Tinoco e ao som do piano de Marco Figueiredo.
Da noite passada, recordo ainda a companhia de amigos, entre eles o Carlos Romão, que esteve lá também a tirar fotografias, e um fantástico ambiente de Poemia. Noite fantástica!











